VÍDEOS: Morte de Senna em 1994 obrigou medidas de segurança na F1

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Após o acidente que vitimou o piloto brasileiro Ayrton Senna em 1994, a categoria passou por inúmeras mudanças que garantem a segurança para pilotos nos dias de hoje
Gravíssimo acidente com Kubica em 2007 no Canadá

Não foi milagre, como muitos argumentam, Romain Grosjean ter saído com poucos danos físicos do terrível acidente que sofreu no Grande Prêmio do Bahrein de 2020. Em Montreal, no ano de 2007 Robert Kubica sofreu  um acidente assustador e não teve algo mais sério por milagre, o polonês teve um choque com a Toyota de Jarno Trulli na aproximação para o hairpin e bateu com violência no muro de concreto; depois, BMW Sauber capotou em imagem que correu o mundo.

    Entre o final dos anos 60 e o início dos 70, quando pilotos morriam em corridas quase todo fim de semana pelo mundo todo, campeões como Emerson Fittipaldi e Jackie Stewart começaram a exigir mais segurança – para pilotos e espectadores – como prioridade absoluta das organizações internacionais, gestores de pistas e fabricantes de automóveis. Foi um longo caminho, com diversos contratempos, mas evidentemente valeu a pena. 

E neste 2020 caracterizado por muitos acidentes (talvez demais), especialmente na F1, pudemos ver a que nível de proteção aos pilotos chegamos.

Voltando ao acidente com Kubica no Canadá, aquele fora um dos acidentes mais assustadores da história da Fórmula 1 aconteceu num dia 10 de junho como hoje: durante o GP do Canadá de 2007, Robert Kubica teve uma pancada impressionante após choque com Jarno Trulli e, dentro do próprio carro, ficou como passageiro numa capotagem que fez todos temerem o pior. No entanto, milagrosamente o polonês escapou sem ferimentos graves.
O acidente mais famoso da fórmula 1, foi com o austríaco Niki Lauda, na disputa pelo título de 1976 com James Hunt, Lauda sofreu graves queimaduras após batida forte no 'Inferno Verde', no GP da Alemanha. 
Em 1º de maio de 1987, Nelson Piquet, a bordo da Williams, sofreu talvez o acidente mais grave de toda a sua carreira na curva Tamburello durante os treinos livres para o GP de San Marino. A curva entraria para a história do automobilismo brasileiro no dia 1º de maio de 1994 com a morte de Ayrton Senna.